20 junho 2008

Take Five

postado em Vídeos-Paulo Sérgio |

Take 5, Take 4, Take 6, Take 3…
Tem fórmula de compasso a escolher…
Este jazz do Paul Desmond, que ficou conhecidíssimo pelos fãs do jazz através da gravação do Dave Brubeck, que pode ser apreciada logo abaixo, é originariamente em compasso 5/4. Eu toco a parte A como no original e na passagem para a parte B faço um 4/4 pra quebrar, e nas improvisações uso 6/4, 7/4, 3/4 e juntamente improviso dentro das diversas possibilidades dentro de um mesmo acorde em diversos modos diferentes: Am, Am6, Am b6, A7 9, A7 #9, A alt, A dim, etc… utilizando assim as diversas escalas possíveis, menores harmônicas, melódicas, mixos, alteradas, dom-dim e etc. Até um saborzinho de flamenco rola, só pra não perder a sensibilidade…
Violão dessa vez só no microfone. Captado pelo velho e bom Shure SM-57, enquanto não chego no meu tão sonhado AKG-414.
Espero que gostem…
Um abraço especial pra minha querida amiga Cibele, que tanto me dá forças nessa caminhada musical…

Vale a pena ver a gravação original do Dave Brubeck Quartet

Vale a pena também ver a do George Benson com o Sadao Watanabe, para ver as diversas formas melódicas, rítmicas e harmônicas que uma música pode tomar

Também tem a versão em salsa do Tito Puente… muito legal… altas quebradeiras

Tem a versão do Al Jarreau também, mas ai começa a virar covardia….

Esta entrada foi postada em sexta-feira, 20 de junho de 2008 às 3:55 pm e está arquivado em Vídeos-Paulo Sérgio. Você pode acompanhar respostas a esta entrada através do RSS 2.0 feed. Você pode deixar uma resposta ou trackback a partir do seu próprio site.

Há 3 comentários para “Take Five”

  1. 1 felipe , 20 setembro de 2008

    muito interessante a evoluçao q ocorre nos determonados arranjos … muito bom muito bom ….

  2. 2 felipe , 20 setembro de 2008

    explendoroso.. esses videos

  3. 3 Paulo Sérgio , 3 novembro de 2008

    É isso aí Felipe!!! Muitas cabeças criativas, cada qual com sua própria história. Impossível o resultado ser igual, muito menos melhor ou pior. É isso o que a música faz no ser humano. Nos torna únicos.

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